Arquivos para: abril, 2010

Novo relatório do Global Entrepreneurship Monitor coloca Brasil no topo do ranking mundial de empreendedorismo feminino

ecoopertec globe Novo relatório do Global Entrepreneurship Monitor coloca Brasil no topo do ranking mundial de empreendedorismo femininoDesde que tiveram início no Brasil as pesquisas do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) abordando a evolução da atividade empreendedora no país, no ano 2000, os resultados não haviam sido tão bons quanto os que figuram entre os apresentados esta semana, em relação a 2009.

Realizada em 54 países e representada no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, a pesquisa estuda, entre outros aspectos, a quantidade de cidadãos, na faixa dos 18 aos 64 anos, envolvidos em atividades empreendedoras em negócios com menos de 42 meses de existência. A taxa nacional, que em 2008 era de 12%, subiu em 2009 para 15,3%. Um aumento expressivo, que garantiu ao Brasil a 14ª colocação no ranking mundial.

Uma tendência animadora dá conta do fato de que o índice de empreendimentos desenvolvidos por oportunidade estão se distanciando, com margem positiva, daqueles criados por necessidade. No entanto, negócios inovadores ainda são minoria. Perguntados sobre a intenção que tinham de inaugurar um empreendimento inovador, os brasileiros favoráveis à ideia eram apenas 8,2%. Índice muito distante, por exemplo, dos 48% de chineses que responderam favoravelmente à pergunta. Boa parte das iniciativas brasileiras ainda está destinada ao consumidor final, geralmente em atividades rudimentares, como confecções ou produtos alimentícios, por conta da tendência à informalidade.

O Brasil ainda se destaca pelo empreendedorismo feminino: somos, em todo o mundo, o país com o maior número proporcional de iniciativas desenvolvidas pelo público feminino, que domina 53% dos empreendimentos. Ao nosso lado, apenas Guatemala e Toga têm mais mulheres no comando dos negócios, em detrimento dos homens.

A crise econômica de 2008-2009, responsável por uma queda significativa nas atividades empreendedoras de países desenvolvidos como os Estados Unidos, não teve impacto expressivo no Brasil. Ao contrário do que se pode notar na maior economia mundial, aqui, apesar dos efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a atividade empreendedora cresceu acima da média. Uma explicação pode ser o aumento na taxa de desemprego, que serviu como pontapé inicial para milhares de pessoas que decidiram investir no próprio negócio.

Especialistas chegaram à conclusão de que fatores como políticas governamentais ainda escassas e a baixa escolaridade do brasileiro são os principais entraves para o desenvolvimento de iniciativas empreendedoras no país. Por outro lado, somos beneficiados pela dinâmica do mercado interno e a infraestrutura física de telecomunicações e internet.

Para conferir uma análise completa dos resultados e, ainda, as principais medidas práticas propostas para fortalecer a atividade empreendedora no país, confira o artigo preparado por Marcos Hashimoto, no Administradores.com.br.

Jovialidade no empreendedorismo: seria essa a fórmula do sucesso?

O empreendedorismo tem tudo a ver com jovialidade. E jovialidade, ao contrário do que muitos possam pensar, não tem qualquer relação com idade. São inúmeros os casos de gente que, independentemente da data de nascimento, coleciona conquistas quando decide empreender.

ecoopertec marjorie Jovialidade no empreendedorismo: seria essa a fórmula do sucesso?O segredo? Disposição e comprometimento, que podem ser características de qualquer pessoa. Marjorie Araújo, de 22 anos, por exemplo, é uma jovem obstinada, teimosa na medida certa, que batalha por uma vida melhor. “Para empreender, uma pessoa tem que gostar da área em que vai atuar, ter garra, visão, interesse e determinação. Assim, dificilmente não se obtém sucesso!”, incentiva.

Que tal conhecer um pouco mais a história de Marjorie? Leia no blog Sucesso Cooperado!

Lojas virtuais precisam passar por testes periódicos se quiserem evitar sustos e garantir a boa experiência do cliente

ecoopertec cadeado Lojas virtuais precisam passar por testes periódicos se quiserem evitar sustos e garantir a boa experiência do clienteQuer prevenir os problemas latentes da sua loja virtual? Então não se esqueça de testá-la. Basicamente, trata-se de ser o seu próprio cliente. É uma postura absolutamente necessária, adotada pelas grandes lojas e que precisa ser reproduzida pelos responsáveis de iniciativas de menor porte.

Reserve um tempo e avalie, do começo ao fim, como um cliente mesmo, os seguintes aspectos:

  • Navegue pelas páginas, adicione um produto ao carrinho, altere as quantidades, faça buscas por itens diferentes, adicione outros;
  • Assegure-se de que todas as taxas de entrega e frete estão sendo mostradas (e, mais importante ainda, aplicadas!) da maneira correta;
  • Teste todas as formas de pagamento, uma vez para cada forma diferente;
  • Verifique se a página em que o cliente digita os dados do cartão de crédito está de fato protegida;
  • Teste todos os links do site para garantir que estejam funcionando corretamente;
  • Avalie o desempenho da loja em diferentes browsers: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Safari etc.

Não se esqueça de observar e registrar todos os erros que verificar ao longo do processo, de maneira que possa orientar a equipe de tecnologia da melhor maneira possível. Todos os detalhes são importantes e devem ser comunicados com rapidez.

E, além dessas dicas, que tal pedir a amigos e familiares que também testem sua loja virtual e relatem suas percepções? Certamente, eles não estão familiarizados com sua loja virtual e podem perceber algo que você deixou passar. Além disso, é bem provável que tenham perguntas que você não foi capaz de se fazer. Contar com a ajuda das pessoas próximas é uma maneira bastante eficiente de consertar erros de última hora ou fazer mudanças em prol da experiência do cliente.

Apesar de todos estes procedimentos ajudarem sua loja a estar preparada para as exigências dos consumidores, não se esqueça de permitir que eles também tenham como notificar erros e sanar dúvidas. Sem dar voz ao cliente, de nada terá valido tanto esforço.

Até a próxima!

Traduzido e adaptado do original, em inglês, de Lexiconn.com.

Internet móvel e smartphones impulsionam tendência de crescimento do m-commerce e demandam preparo do mercado

ecoopertec smartphonrfe Internet móvel e smartphones impulsionam tendência de crescimento do m commerce e demandam preparo do mercado Uma pesquisa realizada pela Coda Research Consultancy prevê que o m-commerce norte-americano deve atingir um faturamento superior a 23 bilhões de dólares até o ano de 2015. Comparada aos números de 2009, essa previsão representa um crescimento de 65% nas transações de comércio eletrônico fechadas via celular só nos Estados Unidos.

Os protagonistas dessa verdadeira revolução são nada mais, nada menos que os smartphones e, consequentemente, a internet móvel. A expectativa é que, em mais 6 anos, esses aparelhos sejam responsáveis por 2/3 de toda a venda de celulares em território americano, massificando definitivamente os novos hábitos do consumidor contemporâneo e expandindo significativamente as possibilidades do comércio eletrônico.

Prevê-se, no que diz respeito às compras relacionadas a itens físicos, uma tendência muito forte de consumidores pesquisando, fazendo comparações e comprando online enquanto estão, por exemplo, no meio de um passeio na rua, diante das vitrines. Este será um comportamento cada vez mais comum, graças à evolução tecnológica. Com aparelhos tão sofisticados, equipados com câmeras inteligentes e até leitores de códigos de barras e QR codes, a comparação de preços e a melhor avaliação das escolhas vão se tornando tarefas extremamente fáceis e convidativas.

A pesquisa destaca não só a aquisição de itens físicos, mas as possibilidades de comercialização exploradas por itens virtuais, como e-books, e aqueles relacionados a redes sociais e jogos online.

Até 2015, o e-commerce será responsável por 8,5% de todo o faturamento do comércio norte-americano, antecipando uma tendência global, a ser seguida por todos os demais países cujas plataformas de comércio eletrônico estejam minimamente desenvolvidas. E não será muito diferente no Brasil.

Traduzido e adaptado do original, em inglês, de Cellular News.

Atitude empreendedora: idade não é impedimento

O empreendedorismo é um conceito que tem tudo a ver com inovação e superação, tanto de obstáculos quanto de conceitos ultrapassados. Quem está de olho no mercado e nas pesquisas sabe que para empreender não é preciso experiência. A atividade não tem uma idade certa para acontecer, exigindo apenas iniciativa e comprometimento, que podem ser qualidades de qualquer pessoa, independentemente de quantos anos tenha.

E é legitimando essa afirmação que hoje trazemos a dica de leitura que mostra o caso de um jovem de 22 anos que já coleciona conquistas na vida profissional. Bem empregado e recebendo um salário razoável, ele não se ateve à boa condição e aceitou o desafio para batalhar por algo melhor: ser o dono do próprio negócio. “Aprendi a enxergar oportunidades e realizei um sonho de infância!”.

Conheça a história de Webert no blog Sucesso Cooperado!

Empresários de e-commerce devem estar atentos às possibilidades de transações via internet móvel

Os índices que registram o uso de telefones celulares no acesso à internet móvel bate recordes que se superam a cada dia. Tanta movimentação nos leva a pensar sobre como os empreendedores em e-commerce estão respondendo ao crescimento dessa tendência e se estão preparados de fato para os novos desafios impostos pelas possibilidades da compra via celular. Uma pesquisa do Practical Ecommerce mostrou que, apesar da popularidade e aceitação crescentes com que o público consumidor vem usando a mobile web para navegar na internet, acreditando inclusive no potencial do m-commerce (ou mobile commerce, de comércio móvel), a maior parte das lojas virtuais não está preparada, ainda, para atender a essa demanda.

ecoopertec mcommerce Empresários de e commerce devem estar atentos às possibilidades de transações via internet móvelA pesquisa, direcionada aos donos de negócios online, representantes de companhias de e-commerce e desenvolvedores de tecnologias e soluções para o ramo, foi baseada em perguntas que questionavam se os entrevistados acreditavam no crescimento do m-commerce e se isso poderia afetar os seus negócios ou de seus clientes. Mais de 80% disseram acreditar no potencial das transações via celular, enquanto 17.4% responderam que essa nova modalidade de comercialização de produtos não terá consequências sobre os negócios dos quais são proprietários ou aos quais atendem.

“Nossos clientes já estão pedindo soluções para o m-commerce e temos observando o surgimento de várias delas. Certamente haverá uma grande expansão desse serviço”, disse um desenvolvedor de ferramentas para e-commerce. Outros entrevistados alegaram curiosamente que seus negócios estão voltados para “um público mais velho”, desacreditando que seus clientes possam usar o celular para realizar pesquisas e fechar compras. A postura, perigosa, evidencia não só a falta de preparo para atender às demandas do consumidor, mas a baixa conscientização, por parte dos empreendedores, a respeito do fluxo de mudanças pelo qual passa o mercado.

Apesar do número de pessoas que admitem esperar um forte impacto do m-commerce no cenário do comércio eletrônico, apenas 21.7% dos entrevistados já desenvolveram alguma estratégia para atender à nova necessidade. 71.7% deles responderam não ter pensado numa solução, mas boa parte admite considerar o desenvolvimento de estratégias ainda para este ano.

Outro fato curioso diz respeito à constatação de que mais de 3/4 dos entrevistados usam celulares de última geração, que oferecem internet móvel. Destes, diversos admitem saber que seus clientes usam aparelhos semelhantes. O contraste dos dados evidencia que o mercado ainda não percebeu a força do comércio eletrônico via internet móvel. Chega-se à conclusão, portanto, que o empreendedor precisará correr contra o tempo se quiser evitar problemas no médio prazo. Dependendo da demora na reação, pode ser difícil equilibrar a balança que pesa demandas e soluções.

Traduzido e adaptado do original, em inglês, de Practical Ecommerce.