Novo relatório do Global Entrepreneurship Monitor coloca Brasil no topo do ranking mundial de empreendedorismo feminino
Desde que tiveram início no Brasil as pesquisas do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) abordando a evolução da atividade empreendedora no país, no ano 2000, os resultados não haviam sido tão bons quanto os que figuram entre os apresentados esta semana, em relação a 2009.
Realizada em 54 países e representada no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, a pesquisa estuda, entre outros aspectos, a quantidade de cidadãos, na faixa dos 18 aos 64 anos, envolvidos em atividades empreendedoras em negócios com menos de 42 meses de existência. A taxa nacional, que em 2008 era de 12%, subiu em 2009 para 15,3%. Um aumento expressivo, que garantiu ao Brasil a 14ª colocação no ranking mundial.
Uma tendência animadora dá conta do fato de que o índice de empreendimentos desenvolvidos por oportunidade estão se distanciando, com margem positiva, daqueles criados por necessidade. No entanto, negócios inovadores ainda são minoria. Perguntados sobre a intenção que tinham de inaugurar um empreendimento inovador, os brasileiros favoráveis à ideia eram apenas 8,2%. Índice muito distante, por exemplo, dos 48% de chineses que responderam favoravelmente à pergunta. Boa parte das iniciativas brasileiras ainda está destinada ao consumidor final, geralmente em atividades rudimentares, como confecções ou produtos alimentícios, por conta da tendência à informalidade.
O Brasil ainda se destaca pelo empreendedorismo feminino: somos, em todo o mundo, o país com o maior número proporcional de iniciativas desenvolvidas pelo público feminino, que domina 53% dos empreendimentos. Ao nosso lado, apenas Guatemala e Toga têm mais mulheres no comando dos negócios, em detrimento dos homens.
A crise econômica de 2008-2009, responsável por uma queda significativa nas atividades empreendedoras de países desenvolvidos como os Estados Unidos, não teve impacto expressivo no Brasil. Ao contrário do que se pode notar na maior economia mundial, aqui, apesar dos efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a atividade empreendedora cresceu acima da média. Uma explicação pode ser o aumento na taxa de desemprego, que serviu como pontapé inicial para milhares de pessoas que decidiram investir no próprio negócio.
Especialistas chegaram à conclusão de que fatores como políticas governamentais ainda escassas e a baixa escolaridade do brasileiro são os principais entraves para o desenvolvimento de iniciativas empreendedoras no país. Por outro lado, somos beneficiados pela dinâmica do mercado interno e a infraestrutura física de telecomunicações e internet.
Para conferir uma análise completa dos resultados e, ainda, as principais medidas práticas propostas para fortalecer a atividade empreendedora no país, confira o artigo preparado por Marcos Hashimoto, no Administradores.com.br.

O segredo? Disposição e comprometimento, que podem ser características de qualquer pessoa. Marjorie Araújo, de 22 anos, por exemplo, é uma jovem obstinada, teimosa na medida certa, que batalha por uma vida melhor. “Para empreender, uma pessoa tem que gostar da área em que vai atuar, ter garra, visão, interesse e determinação. Assim, dificilmente não se obtém sucesso!”, incentiva.
Quer prevenir os problemas latentes da sua loja virtual? Então não se esqueça de testá-la. Basicamente, trata-se de ser o seu próprio cliente. É uma postura absolutamente necessária, adotada pelas grandes lojas e que precisa ser reproduzida pelos responsáveis de iniciativas de menor porte.
Uma pesquisa realizada pela Coda Research Consultancy prevê que o
A pesquisa, direcionada aos donos de negócios online, representantes de companhias de e-commerce e desenvolvedores de tecnologias e soluções para o ramo, foi baseada em perguntas que questionavam se os entrevistados acreditavam no crescimento do m-commerce e se isso poderia afetar os seus negócios ou de seus clientes. Mais de 80% disseram acreditar no potencial das transações via celular, enquanto 17.4% responderam que essa nova modalidade de comercialização de produtos não terá consequências sobre os negócios dos quais são proprietários ou aos quais atendem.




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