5 dez, 2011
Os usuários de internet já incluíram definitivamente as compras online em seus hábitos de consumo. No Brasil, mais da metade dos internautas que compram pela rede – 54,2% – têm um gasto médio entre R$ 100 e R$ 500 em cada compra que realiza utilizando as plataformas de pagamento online, enquanto 21,6% estariam dispostos a desembolsar mais do R$ 1,5 mil.
Esse é um dos resultados da pesquisa realizada pela OH!Panel, com 2,2 mil internautas na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela entre agosto e setembro deste ano. O estudo indicou que 80% dos brasileiros pesquisados que realizam compras pela internet (1.023 entrevistados) utilizam plataformas de pagamento para efetuar a compra e as principais razões são comodidade (62,4%), segurança (60,6%) e confiança no sistema (50,8%).
Quanto às preferências por produtos, a maioria (51,9%) afirma que compraria eletrônicos usando meios de pagamento online. Na sequência estão vestuário e acessórios (9,1%); informática (7,8%); música, filmes e livros (3,8%); viagens e turismo (2,1%).
Fonte: Consumidor Moderno
29 nov, 2011
Um novo levantamento apresentado pelo Ibope Nielsen Online mostra que o total de consumidores que acessaram sites de comércio eletrônico chegou a 32,3 milhões durante outubro de 2011, com o varejo online representando 58,8% de todos os internautas ativos do mês, ou 27,5 milhões de pessoas.
O estudo também mostra que lojas de calçados, roupas e outros acessórios de moda figuram entre os maiores responsáveis pelo incremento de usuários a sites de e-commerce no período. Em setembro deste ano, aproximadamente 8,2 milhões de consumidores visitaram ao menos uma das dez maiores lojas online de calçados, enquanto no mês de outubro este número saltou para 10,5 milhões.

No geral, as categorias que mais cresceram em termos de visitantes únicos foram Governo e Entidades sem Fins Lucrativos, com um aumento de 6,4%, enquanto Informações Corporativas (5,4%), Finanças, Seguros e Investimentos (5,4%) e Comércio Eletrônico (4,6%) ocupam as posições seguintes. Curiosamente, o maior percentual encontrado em sites governamentais foi devido procura por informações sobre o Enem e sobre tributos.
Leia Mais »
23 nov, 2011
Não é novidade nenhuma dizer que um site ruim é um enorme problema para uma loja virtual. Agora imagine ter um site ruim durante o final do ano, onde as vendas representam de 20 a 40% das vendas do ano inteiro. Problema maior ainda, não é?
Amanda Dhalla, do blog Get Elastic, aponta 5 pontos que expressam claramente a importância da presença online de sua marca, agora mais do que nunca:
Vendas online estão crescendo mais do que vendas off-line
Segundo a empresa de consultoria Deloitte, a previsão é de 14% de aumento em vendas em lojas não físicas, devido, principalmente, à web. Em contraste, no entanto, vendas de fim de ano são esperadas para crescer apenas 2.5% a 3% em comparação à última temporada.
Mas estudos apontam que 46,7% dos consumidores farão compras online, em comparação a 43,9% no ano anterior.
Web influencia quase metade das compras off-line
Cada vez mais os consumidores estão checando informações nas lojas virtuais de varejistas antes de ir até as lojas físicas. Segundo pesquisa da Forrest Research, a previsão é de que a internet influencie 48% das compras em lojas físicas no ano de 2011.
Leia Mais »
21 nov, 2011
Neste Natal, o consumo no comércio eletrônico deve crescer 20% em relação a 2010. Em média, os consumidores devem gastar R$ 350, tendo no carrinho virtual produtos como eletrodomésticos, itens de informática, eletrônicos e produtos de saúde, beleza e medicamentos.
Embora o crescimento das compras no e-commerce seja menos expressivo que o registrado entre 2009 e 2010, quando houve alta de 40% nas compras, o número de pedidos deve ser 25% maior do que em 2010, totalizando um gasto total de R$ 2,6 bilhões.
De acordo com o levantamento realizado pela e-bit e divulgado na semana passada, entre os motivos para a desaceleração, estão o menor crescimento econômico, a queda no poder de compra, a crise internacional que tem afetado a economia e a motivação para comprar produtos de maior valor e com parcelamento de longo prazo. Além disso, o estudo aponta a greve dos Correios como impacto negativo sobre as vendas no comércio eletrônico.
Leia Mais »
16 nov, 2011
Ter uma loja virtual requer a montagem de um fluxograma inteligente e que alinhe corretamente as principais operações necessárias ao negócio on-line. Mesmo que a loja seja pequena e tenha somente o empresário como funcionário, é essencial criar departamentos específicos para que as operações sejam organizadas.
O sucesso da loja eletrônica dependerá, dentre outras estratégias, da criação de departamentos, onde o empreendedor precisará criar um fluxo para os pedidos de vendas.
Recepção ou Comercial
1. Entrada do pedido na Loja;
2. Breve análise do pedido. (Ex.: Nome preenchido, com endereço completo);
3. Pedido é Válido: dar andamento;
4. Pedido é inválido: (Sem dados cadastrais) – Cancela-se o Pedido;
Financeiro
Análise de crédito desse pedido.
Nessa etapa, existem algumas sub-divisões:
Pedido por Depósito Bancário: confirma-se o depósito em conta corrente e dá andamento ao mesmo. Em caso de não pagamento, aguardamos até 05 dias após a data da entrada do pedido para cancelamento, sendo que ao 3° dia recomenda-se enviar um e-mail de cobrança do mesmo. Caso o mesmo não tenha sido efetuado até o 5° dia útil após a compra, cancela-se no sistema.
Boleto bancário: o mesmo critério acima, sendo que nesse caso confirma-se a conta corrente confrontando a entrada em conta com o número do pedido. Para o cancelamento deste, o consumidor tem 07 dias úteis após a compra.
Leia Mais »
15 nov, 2011
Como elaborar uma estratégia de comércio eletrônico de sucesso? Alexandre Miranda e Mauricio Salvador, donos da consultoria GS Ecommerce e da Ecommerce School, escola com foco em comércio eletrônico e marketing on-line, afirmam que as empresas precisam pensar no e-commerce como um canal de venda integrado a todos os outros.
“Muitos negócios veem seus canais de venda – loja física, site, revendedores – como concorrentes entre si”, afirma Salvador. “É preciso integrar todos eles para gerar mais vendas.” A dupla conversou com o site da Pequenas Empresas & Grandes Negócios e deu 10 dicas para construir um boa estratégia de e-commerce para a sua empresa.
1) Planeje. Antes de montar seu site de comércio eletrônico, saiba exatamente como ele será, o que irá disponibilizar e quanto você poderá gastar para tornar isso realidade.
2) Entenda a parte burocrática. Para sites de e-commerce, principalmente no varejo, fique de olho nos impostos e nas taxas que precisarão ser pagas. Muitas leis são diferentes para o comércio eletrônico, portanto comece sua estratégia bem informado.
3) Analise a melhor plataforma para seu negócio. Hoje há no mercado diferentes plataformas para sites de comércio eletrônico, com preços e funcionalidades diferentes. Analise todas para saber qual é a melhor para o objetivo que sua loja on-line quer atingir.
4) Produza conteúdo. Além dos produtos, o seu site precisa ter conteúdo que atraia visitas e ajude na sua conversão em vendas.
5) Fique de olho na logística. Grandes empresas contam com distribuidores que, mesmo sendo experientes, ainda sofrem com problemas na entrega e atrasos. O empresário precisa lidar com os Correios e levar em conta eventualidades como greves. Saiba como atender a demanda dos seus clientes de antemão.
Leia Mais »