De freguês a cliente: o consumidor passou a ser o dono do negócio
Antigamente, o dinheiro era a única ferramenta de relacionamento entre freguês e comerciante. Era chegar no estabelecimento, comprar e se ficasse satisfeito tudo bem, se não ficasse tudo bem também. Pois os tempos mudaram e essa relação também. As negociações entre consumidor e vendedor ficaram muito mais complexas. Os comerciantes perceberam que tratar friamente o cliente, como nos moldes antigos, seria um péssimo negócio para eles. O consumidor passa a ter uma importância muito maior, tornando-se fundamental para as empresas e aquelas que não reconhecem isso hoje, acabam ruindo.
Nos novos moldes, a relação de compra e venda deixa de ser simplesmente o toma lá da cá, ou seja, o ato de compra não é simplesmente colocar a mão no bolso, mas sim um relacionamento de confiança, encantamento e satisfação. Antes o cliente era considerado fiel pelo simples fato de comprar no mesmo ponto de venda por anos e isso não envolvia vantagens. Para isso acontecer hoje em dia, é necessária uma relação de sedução entre empresa e cliente em que a fidelização é feita através do relacionamento, das vantagens, das ações promocionais, já que o cliente é de fato peça fundamental nesse processo.
Se o cliente é todo aquele que nos deposita expectativas, o mínimo que podemos fazer é superá-las enquanto empresa. Só assim é possível sobreviver em um mercado onde cada vez mais as organizações trabalham para ter uma boa relação com seu consumidor alvo.
O que tentamos ressaltar com este artigo é a relação com o cliente levada de maneira muito mais do que comercial. Ele deve ser posto no centro do negócio, o consumidor é a peça fundamentalpara mover empresas tanto para o sucesso quanto para a frustração. Tenha um bom relacionamento com seu cliente, fidelize sua marca e boas vendas!

A matéria relata como os avanços tecnológicos, que trazem tanta praticidade e agilidade aos processos de compra online, não estão em harmonia com preceitos básicos do bom atendimento e até com os direitos do consumidor. Quem compra um produto pela internet e precisa efetuar troca ou devolução encontra obstáculos que dificultam muito qualquer solução. Por direito, o cliente que compra em um loja virtual pode devolver o que adquiriu em até sete dias corridos. Entre outras coisas, é uma maneira de garantir sua satisfação, já que está impossibilitado de ter contato direto com o produto no ponto de venda e pode cometer um engano. A questão é que, no geral, o e-commerce brasileiro ainda precisa evoluir muito nesse quesito.




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