17 mar, 2010
comércio eletrônico comportamento e-commerce e-consumidor Economia mulheres tendência tendências
Um estudo recentemente divulgado pela Deutsche Card Services, respeitada empresa alemã de soluções de crédito, traz algumas informações interessantes sobre os diferentes hábitos de homens e mulheres no varejo eletrônico. Como adiantamos na última semana no post em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, é a presença feminina a responsável pelo maior
número de compras feitas na internet: elas são seis de cada dez e-consumidores na Europa. Contrário ao que se possa imaginar e apesar da desvantagem, os homens são os que mais gastam online. Isso evidencia um hábito das mulheres para o qual devemos dirigir nossa atenção: elas estão mais dispostas a pechinchar, se dispondo a pesquisar e comparar preços para realizar uma compra que seja verdadeiramente vantajosa.
Baseado em compras reais (o que o diferencia de uma pesquisa de opinião), o estudo mostrou que o tíquete médio dos homens europeus ficou 33 euros acima da média das compras fechadas por consumidoras do sexo feminino no varejo eletrônico. Além disso, outras informações úteis para o e-commerce brasileiro que podem ser extraídas dos dados obtidos através da iniciativa alemã reforçam o que já sabíamos: o e-commerce ainda tem muito o que crescer, tendo sido registrados grandes aumentos no valor médio das compras e no faturamento das lojas virtuais. Mais que isso, é importante destacar que quem lidera essa subida são os países menos desenvolvidos, cujos mercados ainda estão em fase de amadurecimento. Apesar disso, é preciso ressaltar que países como Inglaterra e Alemanha, maiores potências econômicas da Europa, apesar de não estarem no topo desses resultados, continuam obtendo lucros altíssimos. Devido à atual conjuntura, no entanto, quem dispara na frente são os menores.
Outra tendência interessante a ser observada é o crescimento dos negócios entre países vizinhos, de uma mesma região ou bloco. Os europeus comercializam cada vez mais seus produtos com os vizinhos. Quanto menor a distância, melhores as possibilidades de negociação, o que talvez sirva de exemplo para estimular medidas que fomentem a expansão dos negócios entre países sulamericanos.
Acesse o resultado oficial do estudo.
11 fev, 2010
crise e-commerce Economia empreendedorismo oportunidade recuperação sucesso
A crise na economia norte-americana, ocorrida no fim de 2008 e cujas conseqüências se estenderam o longo de 2009 com reflexos em todo o mundo, é um exemplo claro de como momentos de instabilidade econômica podem se transformar em oportunidades.
Enquanto países desenvolvidos registraram perdas incalculáveis e protagonizaram um início de recuperação lento, países menos avançados como o Brasil, que apesar dessa condição tem ganhado expressividade cada vez maior no cenário internacional, foram responsáveis por uma retomada muito mais sólida e positiva.
O famoso ditado “Quanto mais alto, pior a queda” não chega a ser totalmente inadequado para ilustrar essa situação. De fato, quando uma falha vem à tona, economias muito grandes tendem a sofrer consequências proporcionais às suas dimensões. O Brasil, país cuja economia ainda caminha rumo ao pleno desenvolvimento e vive um momento bastante positivo, sofreu efeitos amenizados.
A questão é que devemos nos prender a duas observações importantes: não só a recuperação brasileira foi rápida a ponto de fazer com que a crise fosse logo deixada para trás, como o nível de desemprego não atingiu índices elevados, ou seja, temos a prova clara de que a economia está mais madura. Ainda neste cenário, é importante notar que, entre os novos desempregados, o número daqueles que tomaram a iniciativa de abrir seu próprio negócio foi notavelmente superior ao registrado em crises anteriores.
O brasileiro desenvolve gradativamente a cultura de que não precisa esperar um emprego surgir à porta para dar continuidade as suas atividades ou melhorar de vida. A disseminação de uma cultura empreendedora aliada às boas condições econômicas do país e à prosperidade do comércio eletrônico abre portas para quem tem iniciativa e quer sair do lugar. A hora é agora!
15 set, 2009
crise Economia gastos pesquisa tecnologia da informação
Uma matéria publicada no IDG Now! mostrou dados de uma pesquisa realizada pela consultoria Everis, que avalia, trimestralmente, o desempenho de todas as nações da América Latina sobre o gasto com tecnologia da informação.
De acordo com o estudo, no Brasil, os gastos por pessoa caíram 17,2 %, totalizando 362 dólares. De acordo com o vice-presidente da Everis Brasil, Teodoro López, esse resultado é um reflexo da crise na economia mundial. Segundo López, muitas empresas tiveram que repensar seus investimentos.
No entanto, a consultoria estima que em junho de 2010, os gastos com tecnologia da informação cresçam e cheguem a 4%.
Leiam a matéria na íntegra e entendam melhor o assunto.