Satisfação e entusiasmo no trabalho é importante para o sucesso de qualquer empreendimento
Dizem que o maior e melhor negócio de uma empresa é a aquisição de um cliente. Melhor do que a rentabilidade ou investimento, a fidelização é, sem dúvidas, um grande passo para o crescimento. Mas, como qualquer bom relacionamento, se você quer a lealdade dos seus clientes, você precisa ser fiel a eles.
Seu produto deve sempre cumprir a promessa anunciada, mas isso é apenas o começo. Para ajudar você a manter o seu cliente, aqui vão algumas dicas interessantes:
Forneça um serviço excepcional
Muitas vezes, o serviço oferecido é o diferencial para empresas que vendem online. Se houver algum problema de informação, os clientes vão se sentir inseguros e darão preferência à negociações em lojas físicas. Uma boa maneira de resolver isso é um Live Chat ou um número de central de informações, em que o cliente possa esclarecer e obter respostas imediatas.
Fique à frente de seus clientes
Para promover a fidelização, é preciso demonstrar constantemente para o cliente que você existe. Mantenha contato permanente com eles, use o email para isso, mostre seus novos produtos, suas novidades e convide-os a visitarem com frequência a sua loja. Não esqueça das famosas ações de marketing de relacionamento, como lembrança de aniversário e datas comemorativas.
Desenvolva políticas amigáveis
Se você quer manter os clientes satisfeitos, ofereça políticas flexíveis. Se ele não ficou satisfeito com um produto ou serviço, seja flexível e compreenda-o. Entender suas necessidades é fundamental para mostrar que você se preocupa com eles. Se você não fizer isso, corre o risco de perdê-los para concorrentes que o cativam.
Programas de recompensa
Fidelidade ou programas de recompensas são uma ótima maneira de promover
relacionamentos a longo prazo e vendas repetidas. Oferecer descontos ao cliente que compra de novo com você ou até mesmo oferecer “recompensas” como brindes por novas aquisições, podem ser um bom caminho para atrair o cliente para novas compras.
Esperamos que essas dicas sejam úteis para o seu empreendimento. Se você ainda não tem um programa de fidelização, pense nessa linha empresarial e implante-a. Lembre-se sempre de que o cliente é fundamental para o seu negócio.
Antigamente, o dinheiro era a única ferramenta de relacionamento entre freguês e comerciante. Era chegar no estabelecimento, comprar e se ficasse satisfeito tudo bem, se não ficasse tudo bem também. Pois os tempos mudaram e essa relação também. As negociações entre consumidor e vendedor ficaram muito mais complexas. Os comerciantes perceberam que tratar friamente o cliente, como nos moldes antigos, seria um péssimo negócio para eles. O consumidor passa a ter uma importância muito maior, tornando-se fundamental para as empresas e aquelas que não reconhecem isso hoje, acabam ruindo.
Nos novos moldes, a relação de compra e venda deixa de ser simplesmente o toma lá da cá, ou seja, o ato de compra não é simplesmente colocar a mão no bolso, mas sim um relacionamento de confiança, encantamento e satisfação. Antes o cliente era considerado fiel pelo simples fato de comprar no mesmo ponto de venda por anos e isso não envolvia vantagens. Para isso acontecer hoje em dia, é necessária uma relação de sedução entre empresa e cliente em que a fidelização é feita através do relacionamento, das vantagens, das ações promocionais, já que o cliente é de fato peça fundamental nesse processo.
Se o cliente é todo aquele que nos deposita expectativas, o mínimo que podemos fazer é superá-las enquanto empresa. Só assim é possível sobreviver em um mercado onde cada vez mais as organizações trabalham para ter uma boa relação com seu consumidor alvo.
O que tentamos ressaltar com este artigo é a relação com o cliente levada de maneira muito mais do que comercial. Ele deve ser posto no centro do negócio, o consumidor é a peça fundamentalpara mover empresas tanto para o sucesso quanto para a frustração. Tenha um bom relacionamento com seu cliente, fidelize sua marca e boas vendas!
Falaremos hoje sobre um assunto importante para as pequenas, médias e grandes empresas que é a segurança da informação.
Como vemos, hoje é crescente a expansão das tecnologias digitais pelo mundo, e esse crescimento acelerado nos traz uma preoupação com a questão da proteção dos dados e informações. Para que uma instituição percorra um caminho sem riscos, agindo em um nível de segurança adequado à proteção do seu negócio, é fundamental que se implante uma política de gestão da segurança da informação, que tem como finalidade adotar medidas físicas, tecnológicas e humanas que trabalhem para a proteção do negócio.
Sabemos que existem certas informações administrativas que, uma vez caindo em mãos erradas, podem ser utilizadas de forma prejudicial à empresa. É o caso de quando informações internas importantes sobre novos negócios são divulgadas a algum concorrente direto, por exemplo, o que pode gerar um grande problema à organização. Engana-se quem pensa que as ameaças à segurança da informação estão ligadas diretamente as redes e internet. As “ameaças OnLine” não são os únicos riscos: funcionários mal intencionados ou descuidados apresentam um alto risco quando envolvidos na manipulação da informação. Porém, ao mesmo tempo, uma pesquisa americana revela que 60% dos casos de invasão de empresas ocorrem pela internet.
Graças a uma grande demanda, hoje existem cada vez mais empresas especializadas que prestam consultoria na área de SI, que através de uma análise de riscos, reestruturam as áreas mais vulneráveis da empresa que podem sofrer com essas ameaças. Preparamos algumas dicas importantes que podem ajudar muito na segurança do seu negócio:
Essas são apenas algumas dicas, porém você pode se aprofundar mais no assunto acessando uma cartilha especialmente elaborada sobre segurança da informação.
Implemente essa cultura em sua empresa, garanta a segurança da sua organização e obtenha excelentes resultados.
A revolução da internet e as suas possibilidades de uso fazem dela uma importante ferramenta para as pequenas, médias e grandes empresas. Hoje, a internet possibilita obtenção de conhecimento e facilidade de comunicação com diferentes públicos e parceiros.
O site DCI publicou uma matéria abordando o assunto e mostrando o ponto de vista do gerente de Suporte para pequenas empresas da Google, Luciano Santos. Segundo ele, a eficácia do comércio eletrônico já é uma realidade no Brasil e, por isso mesmo, pode ser uma porta de oportunidades para anunciantes e lojistas de visão.
Antes de tudo, muito provavelmente a resposta deveria ser: SIM!
Talvez você se pergunte o motivo dessa afirmação. A resposta está na pesquisa realizada pelo Ibope sobre o aumento do tráfego no Twitter. A quantidade de visitas aumentou em 97%, só no Brasil.
Quando se trata de negócios através da internet, é necessário acompanhar as tendências a fim de se diferenciar do mercado. O que acontece com o e-commerce não pode ser diferente.
Atualmente, as empresas têm utilizado o Twitter como canal de comunicação com os clientes. Ao mesmo tempo, é possível acompanhar em tempo real as opiniões dos clientes em relação ao seu negócio e a reação destes mesmos clientes em relações às suas práticas (promoções, ofertas, vantagens, política de pagamento, etc.).
Em comparação com a maioria das redes sociais, que concentram adolescentes em sua grande parte, o Twitter possui um público formado, no geral, por pessoas de 35 a 49 anos, correspondendo a 42% do público. O segundo maior número é formado por usuários de 25 a 34 anos. É possível concluir que este público possui um alto poder de compra e já está habituado a fazê-las pela internet.
Existem boas empresas que obtiveram sucesso com a utilização do Twitter. Ao mesmo tempo, existem empresas que não souberam utilizar esta ferramenta e acabaram mal-faladas na rede. O motivo é óbvio: as pessoas que estão no Twitter esperam coisas relevantes. Ninguém segue alguém impertinente, “chato”, ou que não seja de seu interesse. Por conta disso, muito cuidado na hora de bolar uma estratégia para abordar seus clientes no Twitter.
A reportagem da PC World explica muito bem (no artigo que inspirou nosso post) sobre a utilização do Twitter pelas empresas.