O impacto das redes sociais no lucro das empresas


Ao longo do tempo, mudanças históricas influenciaram o mundo em que vivemos e, naturalmente, as relações comerciais. Aqueles que antes produziam e vendiam sem se preocupar com o que pensava o consumidor, hoje são obrigados a mudar de lado e precisam estar atentos ao que ele deseja. Na era da informação, quem não fizer uso das melhores técnicas estará, literalmente, fora da batalha. Mais que estreitar relações e humanizar o atendimento, quem tem seu ganha-pão no comércio, seja qual for a modalidade, deve estar atento a uma nova e importantíssima tendência de mercado: conhecer a fundo como se comporta o público-alvo.
A grande sacada do comerciante de hoje está em se antecipar às necessidades e vontades do cliente. Com tanta concorrência e ferramentas cada vez mais populares capazes de arruinar ou potencializar o sucesso de qualquer marca, serviço ou produto, até o dono da barraquinha de legumes na feira da cidade precisa trabalhar dobrado para manter uma boa reputação. E não se trata de trabalhar mecanicamente por essa reputação, mas de estabelecer uma relação legítima de satisfação entre você e o consumidor. É preciso pensar em sustentabilidade. Afinal de contas, você ama o seu cliente ou o faturamento que ele proporciona no final do mês? Independentemente da resposta, é bom lembrar que não existe sucesso empresarial (ou seja, faturamento) sem dedicação ao cliente. Portanto, facilite as coisas e mude o enfoque, caso sua prioridade seja exclusivamente o lucro. Para que as coisas deem certo, ele precisa ser a consequência de um trabalho bem feito, e não sua motivação.
Falando em sustentabilidade, pense numa relação comercial que agregue valor positivo para as duas partes. Basicamente, você deve fazer a roda girar e, para isso, deve gostar de atender bem e se preocupar verdadeiramente com quem garante o sustento do seu negócio. Sentindo-se valorizado, o cliente tende a se tornar fiel. Não existe segredo nem fórmula mágica: negócios dão certo quando são sérios e têm em sua essência dedicação e paixão por servir. Vá além da máxima de que “o cliente tem sempre razão” e busque entender a verdadeira mensagem ali existente. Não repita o erro de tantas marcas que se valem de frases de efeito mas não conseguem mascarar filosofias despedaçadas e práticas ultrapassadas.
Para fazer funcionar a engrenagem, comece pela curiosidade. Que tal passar a conhecer melhor o cliente para oferecer a ele soluções mais adequadas e eficazes de fato? Sua postura influencia muito a performance da empresa e, acredite, os resultados do fim do mês.
Os empresários do comércio eletrônico têm motivos de sobra para se alegrar com a chegada do Natal. Como acontece em diversos setores, o fim do ano é um bom momento para estimular o consumo e impulsionar a economia.
Um estudo realizado pela consultoria e-bit aponta que as vendas no setor poderão crescer cerca de 30% em relação ao mesmo período de 2008, e alcançar a soma de R$ 1,63 bilhões.
O site IDG Now! publicou uma matéria sobre o assunto com outros dados relevantes que mostram expectativas positivas para as compras natalinas.