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Convergência entre marketing digital e offline aponta novo comportamento a ser adotado pelo e-commerce mundial

ecoopertec convergence Convergência entre marketing digital e offline aponta novo comportamento a ser adotado pelo e commerce mundialQuem trabalha com e-commerce tende, naturalmente, a investir tempo e recursos em estratégias de marketing online. Um estudo realizado pela Forrester Research, no entanto, mostra que estratégias offline também merecem a atenção do marketing de uma loja virtual. A influência, direta ou indireta, de campanhas realizadas fora da internet atinge até 40% dos e-consumidores norte-americanos. E se isso ocorre por lá nessas proporções, é bom que seja do conhecimento dos pequenos investidores brasileiros. Em geral, o comportamento do mercado norte-americano indica uma tendência de caráter mundial.

A pesquisa identificou que a convergência entre meios online e offline é importantíssima nesse contexto. Para exemplificar essa constatação, podemos citar o fato de que uma enorme quantidade de ouvintes de rádio, não só nos Estados Unidos, mas no mundo todo, sintoniza suas estações preferidas também pela internet. Isso significa que quem investe em uma campanha em princípio offline, também atinge um público online. O mesmo acontece com a TV. De modo mais abrangente, o estudo aponta que num futuro breve essa convergência será ainda mais explorada pelo comércio eletrônico.

Apesar das constatações, engana-se quem pensa que uma estratégia perde espaço para a outra. Ambas têm importância equivalente e tendem a se complementar, indicando que não basta trabalhar o marketing da sua loja numa única frente, senão em todas que se fizerem possíveis. Obviamente, rádio e TV são investimentos pesados e estão nos planos de grandes empresas. A dica para os pequenos investidores, portanto, é para que se inspirem nessa tendência e estudem também as estratégias de marketing tradicionais, já estabelecidas, da era pré-internet. A literatura é vasta, as possibilidades são amplas e o momento não poderia ser mais apropriado para quem quer investir em conhecimento. Num momento em que o moderno passa a coexistir com o antigo numa espécie de relação de dependência, é preciso estar preparado para as exigências do mercado, que se renovam a cada dia.

Internet móvel e smartphones impulsionam tendência de crescimento do m-commerce e demandam preparo do mercado

ecoopertec smartphonrfe Internet móvel e smartphones impulsionam tendência de crescimento do m commerce e demandam preparo do mercado Uma pesquisa realizada pela Coda Research Consultancy prevê que o m-commerce norte-americano deve atingir um faturamento superior a 23 bilhões de dólares até o ano de 2015. Comparada aos números de 2009, essa previsão representa um crescimento de 65% nas transações de comércio eletrônico fechadas via celular só nos Estados Unidos.

Os protagonistas dessa verdadeira revolução são nada mais, nada menos que os smartphones e, consequentemente, a internet móvel. A expectativa é que, em mais 6 anos, esses aparelhos sejam responsáveis por 2/3 de toda a venda de celulares em território americano, massificando definitivamente os novos hábitos do consumidor contemporâneo e expandindo significativamente as possibilidades do comércio eletrônico.

Prevê-se, no que diz respeito às compras relacionadas a itens físicos, uma tendência muito forte de consumidores pesquisando, fazendo comparações e comprando online enquanto estão, por exemplo, no meio de um passeio na rua, diante das vitrines. Este será um comportamento cada vez mais comum, graças à evolução tecnológica. Com aparelhos tão sofisticados, equipados com câmeras inteligentes e até leitores de códigos de barras e QR codes, a comparação de preços e a melhor avaliação das escolhas vão se tornando tarefas extremamente fáceis e convidativas.

A pesquisa destaca não só a aquisição de itens físicos, mas as possibilidades de comercialização exploradas por itens virtuais, como e-books, e aqueles relacionados a redes sociais e jogos online.

Até 2015, o e-commerce será responsável por 8,5% de todo o faturamento do comércio norte-americano, antecipando uma tendência global, a ser seguida por todos os demais países cujas plataformas de comércio eletrônico estejam minimamente desenvolvidas. E não será muito diferente no Brasil.

Traduzido e adaptado do original, em inglês, de Cellular News.

Empresários de e-commerce devem estar atentos às possibilidades de transações via internet móvel

Os índices que registram o uso de telefones celulares no acesso à internet móvel bate recordes que se superam a cada dia. Tanta movimentação nos leva a pensar sobre como os empreendedores em e-commerce estão respondendo ao crescimento dessa tendência e se estão preparados de fato para os novos desafios impostos pelas possibilidades da compra via celular. Uma pesquisa do Practical Ecommerce mostrou que, apesar da popularidade e aceitação crescentes com que o público consumidor vem usando a mobile web para navegar na internet, acreditando inclusive no potencial do m-commerce (ou mobile commerce, de comércio móvel), a maior parte das lojas virtuais não está preparada, ainda, para atender a essa demanda.

ecoopertec mcommerce Empresários de e commerce devem estar atentos às possibilidades de transações via internet móvelA pesquisa, direcionada aos donos de negócios online, representantes de companhias de e-commerce e desenvolvedores de tecnologias e soluções para o ramo, foi baseada em perguntas que questionavam se os entrevistados acreditavam no crescimento do m-commerce e se isso poderia afetar os seus negócios ou de seus clientes. Mais de 80% disseram acreditar no potencial das transações via celular, enquanto 17.4% responderam que essa nova modalidade de comercialização de produtos não terá consequências sobre os negócios dos quais são proprietários ou aos quais atendem.

“Nossos clientes já estão pedindo soluções para o m-commerce e temos observando o surgimento de várias delas. Certamente haverá uma grande expansão desse serviço”, disse um desenvolvedor de ferramentas para e-commerce. Outros entrevistados alegaram curiosamente que seus negócios estão voltados para “um público mais velho”, desacreditando que seus clientes possam usar o celular para realizar pesquisas e fechar compras. A postura, perigosa, evidencia não só a falta de preparo para atender às demandas do consumidor, mas a baixa conscientização, por parte dos empreendedores, a respeito do fluxo de mudanças pelo qual passa o mercado.

Apesar do número de pessoas que admitem esperar um forte impacto do m-commerce no cenário do comércio eletrônico, apenas 21.7% dos entrevistados já desenvolveram alguma estratégia para atender à nova necessidade. 71.7% deles responderam não ter pensado numa solução, mas boa parte admite considerar o desenvolvimento de estratégias ainda para este ano.

Outro fato curioso diz respeito à constatação de que mais de 3/4 dos entrevistados usam celulares de última geração, que oferecem internet móvel. Destes, diversos admitem saber que seus clientes usam aparelhos semelhantes. O contraste dos dados evidencia que o mercado ainda não percebeu a força do comércio eletrônico via internet móvel. Chega-se à conclusão, portanto, que o empreendedor precisará correr contra o tempo se quiser evitar problemas no médio prazo. Dependendo da demora na reação, pode ser difícil equilibrar a balança que pesa demandas e soluções.

Traduzido e adaptado do original, em inglês, de Practical Ecommerce.

E-consumidores levam até dois dias entre a primeira visita e a efetivação da compra

ecoopertec pesca E consumidores levam até dois dias entre a primeira visita e a efetivação da compraApós monitorar o comportamento de 163 milhões de consumidores em 2,5 milhões de transações pela internet, a McAfee Secure descobriu que a média de tempo que separa a primeira pesquisa de um e-consumidor em uma loja virtual e o fechamento da compra é, em geral, de 33 horas e 54 minutos, ou aproximadamente dois dias. Em mais da metade dos casos (64%), a espera costuma ultrapassar as 24 horas.

A cautela, evidenciada pelo resultado da pesquisa e que a princípio pode surpreender o mercado, mostrou ser um comportamento absolutamente comum entre os e-consumidores, que alternam a navegação entre diferentes lojas virtuais para pesquisar variações nas informações dos produtos, comparar preços e tarifas de frete e atestar a credibilidade de um determinado site. Tudo para garantir o bom andamento do negócio a ser fechado.

A tendência de mercado veio à tona durante o webminário “Practical Ecommerce”, quando o chefe de pesquisa da McAfee, Shane Keats, apresentou os dados do estudo sobre o novo fenômeno comportamental e como os empreendedores em e-commerce podem diminuir a insegurança dos consumidores e, consequentemente, o espaço de tempo entre visitas e compras, aumentando as vendas.

Na tentativa de entender melhor como pensa o cliente, o pesquisador ressaltou que 46% dos consumidores ouvidos disseram não ter completado uma transação online por conta do elevado custo das taxas de frete. 37% disseram que pretendiam fazer pesquisas de preços e tarifas de entrega entre diferentes lojas e 27% abandonaram uma compra para buscar promoções.

São influências igualmente importantes na desistência de uma compra:

  • Quando o cliente não encontra a opção de pagamento que deseja;
  • Quando não existe uma forma de contato rápida e eficiente, para esclarecer dúvidas;
  • Quando o site não inspira confiança e o cliente desconfia que seus dados trafegarão de forma insegura pela web.

Segundo Keats, trabalhando essas, que são as principais falhas, você poder converter muitas visitas despretensiosas e desistências em negócios reais.

Confira os resultados oficiais da pesquisa, em inglês.
Artigo traduzido e adaptado do original, em inglês, de Practical eCommerce.

A importância de uma estratégia multicanal

Se você tem a impressão de que o tempo passa cada vez mais rápido, que tal parar um pouco e observar a velocidade ainda maior com que têm sido desenvolvidas as novas tecnologias? Ficar obsoleto, hoje, é muito fácil. Deixar de acompanhar lançamentos e tendências de mercado e não observar o panorama mundial, seja qual for o seu negócio, são garantias de que você vai ficar para trás.

Pensando nisso e com tantas possibilidades pela frente, é preciso saber o rumo certo a ser tomado. E especificamente no mercado do varejo eletrônico, talvez a postura mais sensata a ser adotada seja a de estar disponível em quase todos os ambientes. O cliente não faz mais compras pela internet utilizando só o computador pessoal, instalado em casa ou no trabalho. Já entram nessa disputa celulares, aparelhos MP3 e, mais recentemente, os famosos iPads, da Apple. Todos com acesso à internet e capazes de agregar as vantagens da mobilidade ao consumo online, aumentando a abrangência dessa atividade e, consequentemente, a demanda pela sua existência, crescimento e desenvolvimento de processos seguros e confiáveis.

A importância de estar atento às tendências de mercado recai sobre a avaliação da necessidade de investimento, por exemplo, em uma versão do seu e-commerce para celular. Ou de uma integração entre sua loja virtual e uma loja física. Nos EUA, é muito comum comprar um produto online e poder retirá-lo na loja física mais próxima, reservado e pago. Essa estratégia ainda é capaz de manter os preços competitivos e atraentes, além de oferecer alternativas para as mais diversas necessidades dos consumidores. Apesar de já ser uma realidade, satisfazer essas diferentes necessidades através dos mais variados canais é uma das principais tendências do e-commerce para o futuro.

ecoopertec ipad2 A importância de uma estratégia multicanalSobre os aparelhos da Apple, especialistas em tecnologia estimam que os iPads conquistarão uma popularidade tão grande quanto a dos iPods no mundo dos tocadores de MP3. Confirmada a hipótese, é possível que haja uma nova onda de hábitos de navegação na internet, capaz de impactar de maneira bastante positiva os números do e-commerce mundial.

Fique de olho nas tendências de mercado e antecipe-se às mudanças!

Até a próxima.

No Dia Internacional da Mulher, uma reflexão sobre o papel feminino no e-commerce

Nada mais adequado, em pleno Dia Internacional da Mulher, que comentarmos os resultados da 19ª edição do Relatório Web Shoppers, publicado pelo e-bit, que revela que as mulheres já são responsáveis por 51% das compras do comércio eletrônico brasileiro.

ecoopertec mulher 300x275 No Dia Internacional da Mulher, uma reflexão sobre o papel feminino no e commerce

A mudança no perfil dos e-consumidores vai de encontro a uma tendência que deve ser observada com atenção: o mercado do e-commerce passa a ser caracterizado por um volume maior de compras de produtos com preços cada vez menores, se aproximando do perfil de consumo geral da população brasileira. Trata-se de um reflexo da popularização da atividade, que oferece variedade crescente de produtos e chega ao alcance de cada vez mais pessoas.

O que a pesquisa mostra é um crescimento substancial na venda de produtos das categorias beleza, saúde, moda e acessórios, que precisam ser tratadas com cuidado especial e representam uma demanda que quer ser atendida, uma oportunidade de negócio. Nos Estados Unidos, por exemplo, em que as mulheres são responsáveis por 63% das compras online, algumas marcas já trabalham procedimentos especiais para a divulgação de produtos e serviços que querem estar mais alinhados com o mercado feminino. É preciso saber como familiarizar o ambiente da web à sensibilidade das mulheres, não só por uma questão de negócio, mas de reconhecimento.

Basear-se nos parâmetros femininos para aperfeiçoar o seu negócio é uma boa ideia. Mais críticas, exigentes e atentas aos diferenciais, as mulheres são seletivas e costumam ter um cuidado maior na hora de comprar, seja na internet ou numa loja física. Preparado para atender aos critérios delas, seu e-commerce estará pronto para tudo!

Nossos parabéns a todas as mulheres neste 8 de março, em especial às cooperadas eCoopertec, que confirmam na prática o que as pesquisas dizem na teoria: a garra feminina nos surpreende dia após dia!