O que espera você em 2010
Fizemos uma seleção para você com matérias sobre tudo que está rolando de tendências e conceitos de e-commerce, internet e mercado para o ano de 2010.Aproveite para se inspirar, porque o ano promete!
Fizemos uma seleção para você com matérias sobre tudo que está rolando de tendências e conceitos de e-commerce, internet e mercado para o ano de 2010.Aproveite para se inspirar, porque o ano promete!
O e-commerce é uma área que, como todos sabemos, está em constante expansão. Mas ainda existem áreas pouco exploradas ou, algumas vezes, até inexploradas. E não precisamos falar necessariamente de setores inovadores ou de tecnologia de ponta para fazer essa relação.
Existem categorias inteiras de produtos que ainda no contam com uma base sólida de lojas virtuais que possam atender de forma satisfatória aos seus determinados públicos. Pesquisamos, e selecionamos oito categorias que estão em ascensão. Vale a pena investir e conquistar esses mercados. Confira:
- Mercado Náutico;
- Educação a distância;
- Joalheiro;
- Esportes;
- Serviços de personalização de utensílios;
- Roupas e acessórios infantis;
- Importadoras;
- Mercado automobilístico.
As oportunidades sempre se apresentam, cabe a nós aproveitá-las. Boa Sorte!
Em uma época que é fortemente marcada pelo empreendedorismo e práticas comerciais inusitadas, é necessário lembrar que nem sempre é preciso inventar para inovar no mercado.
As chamadas Pop up stores, lojas com conteúdo exclusivo que ficam abertas por tempo limitado, geralmente apenas por uma temporada, estão invadindo as grandes capitais do mundo e pretendem agitar o mercado. Mas quem pensa que esse tipo de loja é novidade, está enganado. Ele já existe há anos e vem sendo testado por grandes marcas como Nike, Reebok e Elektra, a maior varejista de móveis e eletrodomésticos da América Latina.
Outra forma de reinventar é explorar uma ideia que já existe em outro mercado. Como fez, por exemplo, o paulistano Leandro Peixoto, que, inspirado na rede My Gym, que conta com unidades em 27 países, criou uma academia para crianças. Exercícios leves, esportes, dança e brincadeiras ajudam os pequenos a terem hábitos mais saudáveis, além de criar um novo público-alvo dentro de um segmento que já achava-se estar saturado.
O que podemos concluir é que uma ideia bem explorada é que nos mantém inovadores, seja ela velha ou nova.
Os empresários do ramo do comércio eletrônico não podem deixar de ler o artigo “e-Commerce não é opção, é imposição do mercado”, escrito pela especialista em comunicação e marketing, Sandra Turchi, e publicado do blog do Comércio Eletrônico.
Segundo as informações do texto, pesquisas recentes provam que no Brasil as pessoas passam boa parte do tempo na internet. Além disso, é cada vez maior o número de usuários de serviços financeiros online e adeptos ao e-commerce.
Confira um trecho do artigo:
Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população; esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.
O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo navegando na web, são mais de 26 horas por mês em média. Hoje existem aproximadamente 13 milhões de e-consumidores brasileiros, sendo que as perspectivas apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para 20 milhões, que é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros online. Essa análise leva em conta o fato de as pessoas terem perdido o receio para fazer transações financeiras na internet, então, o próximo passo natural será a aquisição de produtos e serviços na rede.
O mercado de e-commerce mais uma vez se mostrou vitorioso entre outras atividades econômicas.
Dando continuidade a uma sequência de bons resultados em termos de crescimento e à boa aceitação dos consumidores deste formato de comércio, o mercado de e-commerce conseguiu bater mais uma excelente marca: crescimento de 27% no primeiro semestre de 2009.
A pesquisa foi realizada pela e-bit e registrou, além do crescimento de 27%, um faturamento de R$ 4,8 bilhões no mesmo período. Este valor supera o total atingido em todo o ano de 2006 (R$ 4,4 bilhões).
O tíquete médio (valor médio gasto em cada produto) surpreendeu e atingiu o valor de R$ 323.
Especialistas no ramo de e-commerce constataram que produtos com preços mais elevados, como aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, tiveram destaque nos seis primeiros meses de 2009.
Como já foi noticiado por aqui, os eletrodomésticos se destacaram nas vendas por conta da redução do IPI. Esta iniciativa proporcionou uma economia de até 20% na compra de produtos do gênero.
Segundo a e-bit, a expectativa é que 17 milhões de pessoas realizem compras através da internet até o fim do ano.