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Mulheres: as melhores amigas do e-commerce

Segundo pesquisa realizada pela AOL Research sobre o perfil dos consumidores de lojas virtuais, as mulheres dominam a lista das que mais compram online. Elas foram divididas em duas categorias: as mães dona de casa e as que têm um emprego fora.

De acordo com o estudo realizado, 84% das mulheres que trabalham fora gastam 15 minutos diários em sites de comércio eletrônico.  Considerando o estudo, veja o perfil de consumo:

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Entre as mães trabalhadoras, 37% delas disseram que no trabalho tem mais tempo ocioso do que quando estão em casa cuidando dos afazeres domésticos. Desse modo, conseguem comprar com maior tranqüilidade. As mulheres pesquisadas com idades entre 18 e 34 anos, realizam metade de suas compras online e o principal motivo segundo elas é economizar tempo. Segue a lista dos motivos comuns:

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Foi observado também que a sexta-feira é o dia em que as lojas virtuais são mais visitadas pelas compradoras nos seus locais de trabalho, principalmente no horário entre 11h e 14hs.   Veja a tabela com os dados:

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Cerca de 54% delas, utilizam o horário de almoço para passearem pelas lojas online. Considerando essas informações, essa pode ser uma boa hora para os donos de e-commerce pensarem a respeito do assunto e desenvolverem estratégias especialmente para esse nicho do mercado que movimenta grande parte do comércio eletrônico. Esperamos que aproveitem as dicas e façam ótimas vendas!

Veja os dados completos da pesquisa em inglês em: http://bit.ly/a1OdqC

O momento é de O mar está para peixe no e-commerce brasileiro.

De acordo com a empresa de pesquisas E-consulting, o Brasil tem o maior mercado eletrônico da América Latina e deve movimentar até 2011 cerca de R$ 10 bilhões. Esse levantamento revelou que nosso país apresenta o maior e-commerce com 45% do mercado, seguido do México, da Argentina, do Chile e da Colômbia que, juntos, representam 35% das transações online. Os demais países ficam com os outros 10% restantes. Segundo a pesquisa, pode ainda haver um aumento de 27% na quantidade de compradores neste ano, atingindo a marca de R$ 16,9 milhões.

Esse avanço do mercado eletrônico tem acontecido devido ao aumento da renda do brasileiro e ao maior acesso da população à banda larga e aos meios eletrônicos. Os investimentos dos varejistas nas vendas online e o aumento da participação no universo digital das empresas também foram citados na pesquisa como agentes que ajudam a alavancar o setor. “Há algum tempo atrás o e-commerce nacional, era um canal apenas para grandes empresas, os pequenos ficavam de fora, o que hoje não acontece mais.” É o que diz Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting.

A empresa ainda prevê em sua análise que a principal tendência do e-commerce brasileiro é a utilização das redes sociais como canal de relacionamento com os consumidores e que aparelhos de telefonia móvel serão cada vez mais utilizados nas compras online ou como meio de comparação de preços. Dentre os produtos mais vendidos no Brasil estão CDs, DVDs e games movimentando R$ 1,91 bilhões, superando o da saúde e da beleza em R$ 1,88 bilhões, concluiu a pesquisa.

Novo relatório do Global Entrepreneurship Monitor coloca Brasil no topo do ranking mundial de empreendedorismo feminino

ecoopertec globe Novo relatório do Global Entrepreneurship Monitor coloca Brasil no topo do ranking mundial de empreendedorismo femininoDesde que tiveram início no Brasil as pesquisas do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) abordando a evolução da atividade empreendedora no país, no ano 2000, os resultados não haviam sido tão bons quanto os que figuram entre os apresentados esta semana, em relação a 2009.

Realizada em 54 países e representada no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, a pesquisa estuda, entre outros aspectos, a quantidade de cidadãos, na faixa dos 18 aos 64 anos, envolvidos em atividades empreendedoras em negócios com menos de 42 meses de existência. A taxa nacional, que em 2008 era de 12%, subiu em 2009 para 15,3%. Um aumento expressivo, que garantiu ao Brasil a 14ª colocação no ranking mundial.

Uma tendência animadora dá conta do fato de que o índice de empreendimentos desenvolvidos por oportunidade estão se distanciando, com margem positiva, daqueles criados por necessidade. No entanto, negócios inovadores ainda são minoria. Perguntados sobre a intenção que tinham de inaugurar um empreendimento inovador, os brasileiros favoráveis à ideia eram apenas 8,2%. Índice muito distante, por exemplo, dos 48% de chineses que responderam favoravelmente à pergunta. Boa parte das iniciativas brasileiras ainda está destinada ao consumidor final, geralmente em atividades rudimentares, como confecções ou produtos alimentícios, por conta da tendência à informalidade.

O Brasil ainda se destaca pelo empreendedorismo feminino: somos, em todo o mundo, o país com o maior número proporcional de iniciativas desenvolvidas pelo público feminino, que domina 53% dos empreendimentos. Ao nosso lado, apenas Guatemala e Toga têm mais mulheres no comando dos negócios, em detrimento dos homens.

A crise econômica de 2008-2009, responsável por uma queda significativa nas atividades empreendedoras de países desenvolvidos como os Estados Unidos, não teve impacto expressivo no Brasil. Ao contrário do que se pode notar na maior economia mundial, aqui, apesar dos efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a atividade empreendedora cresceu acima da média. Uma explicação pode ser o aumento na taxa de desemprego, que serviu como pontapé inicial para milhares de pessoas que decidiram investir no próprio negócio.

Especialistas chegaram à conclusão de que fatores como políticas governamentais ainda escassas e a baixa escolaridade do brasileiro são os principais entraves para o desenvolvimento de iniciativas empreendedoras no país. Por outro lado, somos beneficiados pela dinâmica do mercado interno e a infraestrutura física de telecomunicações e internet.

Para conferir uma análise completa dos resultados e, ainda, as principais medidas práticas propostas para fortalecer a atividade empreendedora no país, confira o artigo preparado por Marcos Hashimoto, no Administradores.com.br.

Pesquisa E-Readiness confere ao Brasil posição de destaque em empreendedorismo na América Latina

A E-Readiness é uma pesquisa americana desenvolvida desde 2007 pelo Economist Intelligence Unit em conjunto com a IBM que avalia anualmente o cenário do empreendedorismo global. Numa escala de 0 a 10, ela confere através de uma extensa análise a respeito da estrutura e do preparo de cada país, uma classificação que indica os melhores lugares para investir e fazer negócios. Basicamente, ela pesa diversos fatores para saber como cada nação faz uso das possibilidades comunicacionais e tecnológicas para desenvolver a economia.

ecoopertec globo 300x284 Pesquisa E Readiness confere ao Brasil posição de destaque em empreendedorismo na América LatinaO ranking atual é liderado por Dinamarca, Suécia, Holanda, Noruega e Estados Unidos, cujos índices variam entre 8.83 e 8.95 e indicam níveis de desenvolvimento elevado, estrutura eficiente e políticas eficazes de estímulo ao empreendedorismo. Dos 70 países avaliados, o Brasil conquistou a 42ª posição, atrás de nações como Eslováquia, República Tcheca, Chile e México. Apesar do mau resultado geral, ainda somos destaque na América Latina e temos registrado avanços significativos. O índice brasileiro é de 5.65, mas já foi de 5.45 e 5.29, em 2007 e 2006, respectivamente.

Se o país ainda carece de boa estrutura, logística eficiente e precisa lutar pelo fim de políticas públicas que atuam como entraves para o desenvolvimento da economia, o que se confirma diante dos resultados da última E-Readiness é que a abertura do brasileiro ao empreendedorismo é de fato uma das maiores responsáveis pela nossa posição de destaque na América Latina. Ainda, a manutenção e o crescimento desses índices traduz uma realidade irrefutável: empreender bem é uma atividade que proporciona retorno mesmo com os obstáculos impostos por uma conjuntura não tão favorável.

Os resultados da pesquisa que avaliou esse cenário em 2009, a E-Readiness 2010, ainda não foram divulgados, mas certamente reservam uma surpresa agradável para o Brasil, que tem adotado uma postura mais dinâmica e positiva diante da onda de crescimento do empreendedorismo e do comércio eletrônico. Continue ligado no Cooperblog para saber das últimas novidades!

Leia também “Brasileiro é motor do sucesso do e-commerce”.

Publicação oficial da pesquisa E-Readiness: http://graphics.eiu.com/pdf/E-readiness%20rankings.pdf

Se o perfil do cliente muda, o do empreendedor precisa se adaptar

ecoopertec customer Se o perfil do cliente muda, o do empreendedor precisa se adaptarVocê já ouviu falar em neoconsumidor? O prefixo “neo”, do latim, significa “novo”. Somado à palavra “consumidor” tem como função dar uma denominação que reflete uma mudança na postura de quem está envolvido na atividade do consumo.

Essa tendência, que vem sendo estudada ao longo dos últimos dez anos, traça as características de pessoas que têm mudado drasticamente seu perfil de comportamento e consumo. São efeitos claros de como o avanço da tecnologia e o acesso continuado e crescente a novas ferramentas permitem aprimorar toda e qualquer experiência de compra e relacionamento.

Em pesquisa recente, descobriu-se que o brasileiro é um dos consumidores mais exigentes e antenados do mundo. São clientes que sabem comparar preços de produtos, avaliar serviços, que têm dado cada vez mais importância e credibilidade às compras pela web, além de serem alguns dos que mais acreditam na evolução dessa modalidade de negócio.

A mesma pesquisa revela que, em seis anos, o Brasil deve atingir um ponto de maturidade capaz de fazer com que o avanço do e-commerce atinja níveis ainda mais elevados. A partir dessa constatação, qualquer investidor em comércio eletrônico precisa reavaliar seus conceitos: se o país já protagoniza grandes conquistas no ramo, qual será o ritmo de evolução quando o ponto de maturidade for atingido? A dica é: antes de se assustar com as previsões, qualifique-se para abraçar essa oportunidade.

O segredo é que o neoconsumidor tem expectativas que precisam ser satisfeitas, mas também superadas e surpreendidas. Em tempos de disputa acirrada e facilidade de comparação, é preciso encontrar uma maneira de oferecer diferenciais que conquistem e fidelizem o cliente. Alguém certamente irá além, que tal ser você?

Consumidor brasileiro é mais exigente, diz pesquisa

ecoopertec  Consumidor brasileiro é mais exigente, diz pesquisaOs empreendedores e donos de lojas virtuais da eCoopertec não podem deixar de ler uma matéria publicada essa semana pelo IDG NOW! sobre as exigências dos consumidores brasileiros no mundo do e-commerce.

A matéria é baseada numa pesquisa realizada recentemente pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD), especializada em distribuição e consumo, e o grupo Ebeltoft, que reúne 19 empresas de 16 países.

Segundo o estudo, o brasileiro é o que fica mais desapontado quando a loja favorita não vende online, entre os 11 países pesquisados sobre o perfil do ‘neoconsumidor’.

Leia a matéria na íntegra.