Mulheres: as melhores amigas do e-commerce
Segundo pesquisa realizada pela AOL Research sobre o perfil dos consumidores de lojas virtuais, as mulheres dominam a lista das que mais compram online. Elas foram divididas em duas categorias: as mães dona de casa e as que têm um emprego fora.
De acordo com o estudo realizado, 84% das mulheres que trabalham fora gastam 15 minutos diários em sites de comércio eletrônico. Considerando o estudo, veja o perfil de consumo:
Entre as mães trabalhadoras, 37% delas disseram que no trabalho tem mais tempo ocioso do que quando estão em casa cuidando dos afazeres domésticos. Desse modo, conseguem comprar com maior tranqüilidade. As mulheres pesquisadas com idades entre 18 e 34 anos, realizam metade de suas compras online e o principal motivo segundo elas é economizar tempo. Segue a lista dos motivos comuns:
Foi observado também que a sexta-feira é o dia em que as lojas virtuais são mais visitadas pelas compradoras nos seus locais de trabalho, principalmente no horário entre 11h e 14hs. Veja a tabela com os dados:
Cerca de 54% delas, utilizam o horário de almoço para passearem pelas lojas online. Considerando essas informações, essa pode ser uma boa hora para os donos de e-commerce pensarem a respeito do assunto e desenvolverem estratégias especialmente para esse nicho do mercado que movimenta grande parte do comércio eletrônico. Esperamos que aproveitem as dicas e façam ótimas vendas!
Veja os dados completos da pesquisa em inglês em: http://bit.ly/a1OdqC




Desde que tiveram início no Brasil as pesquisas do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) abordando a evolução da atividade empreendedora no país, no ano 2000, os resultados não haviam sido tão bons quanto os que figuram entre os apresentados esta semana, em relação a 2009.
O ranking atual é liderado por Dinamarca, Suécia, Holanda, Noruega e Estados Unidos, cujos índices variam entre 8.83 e 8.95 e indicam níveis de desenvolvimento elevado, estrutura eficiente e políticas eficazes de estímulo ao empreendedorismo. Dos 70 países avaliados, o Brasil conquistou a 42ª posição, atrás de nações como Eslováquia, República Tcheca, Chile e México. Apesar do mau resultado geral, ainda somos destaque na América Latina e temos registrado avanços significativos. O índice brasileiro é de 5.65, mas já foi de 5.45 e 5.29, em 2007 e 2006, respectivamente.
Você já ouviu falar em neoconsumidor? O prefixo “neo”, do latim, significa “novo”. Somado à palavra “consumidor” tem como função dar uma denominação que reflete uma mudança na postura de quem está envolvido na atividade do consumo.




Sucesso Cooperado



