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Internet móvel e smartphones impulsionam tendência de crescimento do m-commerce e demandam preparo do mercado

ecoopertec smartphonrfe Internet móvel e smartphones impulsionam tendência de crescimento do m commerce e demandam preparo do mercado Uma pesquisa realizada pela Coda Research Consultancy prevê que o m-commerce norte-americano deve atingir um faturamento superior a 23 bilhões de dólares até o ano de 2015. Comparada aos números de 2009, essa previsão representa um crescimento de 65% nas transações de comércio eletrônico fechadas via celular só nos Estados Unidos.

Os protagonistas dessa verdadeira revolução são nada mais, nada menos que os smartphones e, consequentemente, a internet móvel. A expectativa é que, em mais 6 anos, esses aparelhos sejam responsáveis por 2/3 de toda a venda de celulares em território americano, massificando definitivamente os novos hábitos do consumidor contemporâneo e expandindo significativamente as possibilidades do comércio eletrônico.

Prevê-se, no que diz respeito às compras relacionadas a itens físicos, uma tendência muito forte de consumidores pesquisando, fazendo comparações e comprando online enquanto estão, por exemplo, no meio de um passeio na rua, diante das vitrines. Este será um comportamento cada vez mais comum, graças à evolução tecnológica. Com aparelhos tão sofisticados, equipados com câmeras inteligentes e até leitores de códigos de barras e QR codes, a comparação de preços e a melhor avaliação das escolhas vão se tornando tarefas extremamente fáceis e convidativas.

A pesquisa destaca não só a aquisição de itens físicos, mas as possibilidades de comercialização exploradas por itens virtuais, como e-books, e aqueles relacionados a redes sociais e jogos online.

Até 2015, o e-commerce será responsável por 8,5% de todo o faturamento do comércio norte-americano, antecipando uma tendência global, a ser seguida por todos os demais países cujas plataformas de comércio eletrônico estejam minimamente desenvolvidas. E não será muito diferente no Brasil.

Traduzido e adaptado do original, em inglês, de Cellular News.

Estudo alemão revela: além de serem maioria, e-consumidoras pechincham mais

Um estudo recentemente divulgado pela Deutsche Card Services, respeitada empresa alemã de soluções de crédito, traz algumas informações interessantes sobre os diferentes hábitos de homens e mulheres no varejo eletrônico. Como adiantamos na última semana no post em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, é a presença feminina a responsável pelo maior ecoopertec meconomiza Estudo alemão revela: além de serem maioria, e consumidoras pechincham maisnúmero de compras feitas na internet: elas são seis de cada dez e-consumidores na Europa. Contrário ao que se possa imaginar e apesar da desvantagem, os homens são os que mais gastam online. Isso evidencia um hábito das mulheres para o qual devemos dirigir nossa atenção: elas estão mais dispostas a pechinchar, se dispondo a pesquisar e comparar preços para realizar uma compra que seja verdadeiramente vantajosa.

Baseado em compras reais (o que o diferencia de uma pesquisa de opinião), o estudo mostrou que o tíquete médio dos homens europeus ficou 33 euros acima da média das compras fechadas por consumidoras do sexo feminino no varejo eletrônico. Além disso, outras informações úteis para o e-commerce brasileiro que podem ser extraídas dos dados obtidos através da iniciativa alemã reforçam o que já sabíamos: o e-commerce ainda tem muito o que crescer, tendo sido registrados grandes aumentos no valor médio das compras e no faturamento das lojas virtuais. Mais que isso, é importante destacar que quem lidera essa subida são os países menos desenvolvidos, cujos mercados ainda estão em fase de amadurecimento. Apesar disso, é preciso ressaltar que países como Inglaterra e Alemanha, maiores potências econômicas da Europa, apesar de não estarem no topo desses resultados, continuam obtendo lucros altíssimos. Devido à atual conjuntura, no entanto, quem dispara na frente são os menores.

Outra tendência interessante a ser observada é o crescimento dos negócios entre países vizinhos, de uma mesma região ou bloco. Os europeus comercializam cada vez mais seus produtos com os vizinhos. Quanto menor a distância, melhores as possibilidades de negociação, o que talvez sirva de exemplo para estimular medidas que fomentem a expansão dos negócios entre países sulamericanos.

Acesse o resultado oficial do estudo.

O que espera você em 2010

Fizemos uma seleção para você com matérias sobre tudo que está rolando de tendências e conceitos de e-commerce, internet e mercado para o ano de 2010.Aproveite para se inspirar, porque o ano promete!

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Para inovar não é preciso inventar

Em uma época que é fortemente marcada pelo empreendedorismo e práticas comerciais inusitadas, é necessário lembrar que nem sempre é preciso inventar para inovar no mercado.

As chamadas Pop up stores, lojas com conteúdo exclusivo que ficam abertas por tempo limitado, geralmente apenas por uma temporada, estão invadindo as grandes capitais do mundo e pretendem agitar o mercado. Mas quem pensa que esse tipo de loja é novidade, está enganado. Ele já existe há anos e vem sendo testado por grandes marcas como Nike, Reebok e Elektra, a maior varejista de móveis e eletrodomésticos da América Latina.

Outra forma de reinventar é explorar uma ideia que já existe em outro mercado. Como fez, por exemplo, o paulistano Leandro Peixoto, que, inspirado na rede My Gym, que conta com unidades em 27 países, criou uma academia para crianças. Exercícios leves, esportes, dança e brincadeiras ajudam os pequenos a terem hábitos mais saudáveis, além de criar um novo público-alvo dentro de um segmento que já achava-se estar saturado.

O que podemos concluir é que uma ideia bem explorada é que nos mantém inovadores, seja ela velha ou nova.